segunda-feira, 16 de maio de 2011

 Ser diferente é normal.

Não é fácil conviver com as diferenças,
Com algo que não concordemos porem
Não é impossível, manter um pouco de 
Compostura, diante das diversidades da
Vida.
Infelizmente temos por habito o julgar,
Encher as mãos de pedras e atira-las nas
"madalenas" que por ai caminha.
Pra muitos é mais fácil reagir agressivamente
Ao diferente, do que ao menos tentar entender
As diferenças.
Repare sua mão:
Reparou?
Reparou que um dedo é diferente do outro, 0
E nem por isso, saímos arrancando nossos dedos,
Castigando-nos,por simplesmente não ser todos iguais.
Então por que julgar e condenar os outros por
Suas escolhas religiosas, por sua opção sexual,
Pela cor de sua pele...
Ser diferente é normal, o anormal o bísaro é ter
Preconceito é der um pré-conceito de algo que não
Queremos conhecer ou entender. 

terça-feira, 3 de maio de 2011

mulheres

                                                              
                                                   Mulheres


Mulheres donas dos mistérios,
Mulheres selvagens, donas de seus
Desejos, quem poderá com elas?
Mulheres ferozes, em suas busca
Por amor...
Cuidado! Lá vêm as deusas do mistério...
Seus desejos exalam o perfume de rosas,
Misturado com a suas luxurias.

Seus olhos encantados, embriagam os meros mortais
de uma doce e perigosa bebida chamada paixão!
Mulheres encantadas, vassalo de seuspecados,
de seus impulsos, de seus desejos.


Quem há de conter essas mulheres?
Seu compromisso é com a noite.
No crepúsculo seu apetite, seus desejos
São aguçados, sua bússola é a lua.
Essas mulheres são deusas, são
Selvagens!
Pobre daqueles que tenta saciar a vontade
Dessas mulheres!
                 
                   Sarah macyel.

sábado, 30 de abril de 2011

                      Ao amado meu...


 A ti por quem minha alma clama,
no entardecer da noite,
no levantar do dia.
És pra mim o raio de sol que aquece
E ilumina minha alma.
Alma essa que se encontra abatida e isolada
Por falta de sua presença sublime.

És em minha alma o inefável,
Em século e mais séculos jamais
Deixara de ser inefável pois o
Amor que por ti perpetuo,
Transpõe as barreiras do tempo, da
Ciência, do real do imaginário.

Quem há de entender esse amor?
Quem poderá julgar tal sentimento?
Quem poderá....?
Esse amor doce feito mel,para o tempo
Mas se faz fel no silencio do escondido
De uma alma sacrificada por não poder
Fazer uma anarquia amorosa!

Pra quem declamar...
Quem há de ouvir...
Quem há de compreender o inefável?
Quem há de invejar...?

Os deuses talvez...?
A natureza e seus mistérios...?
Pode ser...!
mas o que tenho no momento é um
reflexo de uma alma abatida e desolada,
pois carrega dentro do peito maior
bênção e maldição...
Um amor tão forte para transpor o infinito
Porem tão frágil para se tornar real aos olhos humanos.